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Agora · Atualização Inmet alerta para tempestade com ventos de 60 km/h e granizo em Presidente Prudente 4 nov 2026, 15h11
Presidente Prudente · Tempo

Inmet mantém Presidente Prudente em alerta amarelo de tempestade até quarta-feira

Aviso prevê chuva de até 50 mm por dia, ventos de 60 km/h e granizo; Defesa Civil orienta evitar abrigo sob árvores.

Céu escuro de tempestade sobre os telhados de uma cidade no fim da tarde, com nuvens carregadas e chuva ao fundo
Pulso Regional · Pulso Regional

Presidente Prudente segue sob alerta amarelo de tempestade nesta segunda-feira (2), com validade até as 23h59, e o aviso foi renovado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para terça (3) e quarta-feira (4), também das 0h às 23h59. O classificador é de perigo potencial, o primeiro da escala de três níveis do órgão, mas a combinação prevista inclui chuva de 20 a 30 milímetros por hora — podendo chegar a 50 milímetros no dia —, ventos de 40 a 60 km/h e queda de granizo.

Segundo o Inmet, o risco é baixo para corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de galhos de árvores e alagamentos. Baixo, no vocabulário do instituto, não significa ausente: significa que os transtornos são possíveis e localizados, geralmente em pontos já conhecidos por acumular água e em trechos com arborização antiga. O Tempo, que publica os avisos do Inmet em formato automatizado, registrou a sequência de alertas para a cidade nesta segunda-feira.

A manhã desta segunda já deu a medida do que vem pela frente. O céu amanheceu cinzento e chuvoso na cidade, como registrou o g1 na cobertura do Dia de Finados, e a instabilidade deve se repetir nos próximos dias, com maior probabilidade de pancadas entre o meio da tarde e a noite — justamente a faixa de horário em que o movimento de saída do trabalho e o retorno para casa se concentram.

O que muda na rotina

Para quem mora em Presidente Prudente, os efeitos mais prováveis de um evento desse tipo são de curta duração: rua que alaga e fecha por algumas horas, galho que cai sobre a fiação, falta de luz em bairros isolados e telhado que cede sob granizo. Em áreas rurais do entorno, o aviso inclui a possibilidade de danos a lavouras, o que interessa diretamente a produtores de hortaliças e de pequenas propriedades que abastecem a cidade.

A recomendação prática é ajustar deslocamentos. Quem puder, evita pegar a estrada no fim da tarde; quem depende de ônibus deve reservar tempo extra, porque pontos de alagamento alteram itinerários. Motociclistas e ciclistas são os mais expostos aos ventos de até 60 km/h, que derrubam motos em avenidas abertas e desestabilizam quem pedala.

Orientações do Inmet

  • Durante rajadas de vento, não se abrigue debaixo de árvores: há risco de queda de galhos e de descargas elétricas.
  • Não estacione veículos perto de torres de transmissão de energia e de placas de propaganda.
  • Evite usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada durante a tempestade.
  • Emergências: Defesa Civil pelo 199 e Corpo de Bombeiros pelo 193.

O alerta amarelo é emitido quando há previsão de fenômeno meteorológico de intensidade moderada, com potencial para gerar transtornos pontuais. Diferente do laranja e do vermelho, ele não exige evacuação nem suspensão de atividades, mas pede atenção redobrada em áreas de risco — fundos de vale, margens de córrego e travessias que costumam acumular água.

A sequência de três avisos consecutivos, um para cada dia, é típica desta época do ano no Oeste Paulista, quando a combinação de calor e umidade favorece a formação de nuvens carregadas no fim da tarde. O Inmet atualiza os avisos ao longo do dia, e a recomendação é conferir a nova condição antes de sair de casa, porque um alerta pode ser ampliado para laranja ou encerrado antes do horário previsto.

Na prática, a cidade entra em novembro com a rotina de verão antecipada: guarda-chuva no carro, atenção redobrada no trânsito e cuidado com equipamentos elétricos. Quem tem comércio em rua baixa ou garagem em nível de calçada já sabe o roteiro — e o aviso desta segunda serve como sinal para rever a proteção de mercadorias e de veículos antes das pancadas mais fortes.

Fontes desta matéria

  • Inmet
  • O TEMPO
  • g1