Gasolina fica estável em Várzea Paulista a R$ 6,24 o litro; diesel sobe 4%, aponta ANP
Levantamento da ANP em 8 postos mostra a gasolina comum estável na semana de 11 a 17 de outubro, com o diesel comum subindo 4,02% e o gás de cozinha a R$ 114,99.
O preço médio da gasolina comum em Várzea Paulista ficou estável na semana de 11 a 17 de outubro, em R$ 6,24 o litro. O dado é do levantamento semanal da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), divulgado pelo UOL nesta quarta-feira (21), que pesquisou 8 postos de combustíveis do município.
Enquanto a gasolina comum não teve variação em relação à semana anterior, os outros combustíveis acompanhados pela agência subiram. O óleo diesel comum foi o que mais encareceu no período, com alta de 4,02%, passando de R$ 6,46 para R$ 6,72 o litro. A aditivada, o etanol, o diesel S10 e o gás de cozinha também registraram aumento.
Preços médios em Várzea Paulista (11 a 17 de outubro)
- Gasolina comum: R$ 6,24 o litro (estável)
- Gasolina aditivada: R$ 6,47 o litro (alta de 1,41%)
- Etanol hidratado: R$ 4,00 o litro (aumento de 0,76%)
- Óleo diesel comum: R$ 6,72 o litro (alta de 4,02%)
- Óleo diesel S10: R$ 7,33 o litro (alta de 0,41%)
- GLP, o gás de cozinha: R$ 114,99 o botijão de 13 kg (aumento de 1,46%)
Segundo a ANP, o preço médio de revenda corresponde à média aritmética dos valores praticados nos postos pesquisados no município durante o período. O levantamento considera apenas os postos que comercializam cada produto, por isso nem todos os tipos de combustível aparecem em todas as cidades.
A pesquisa é feita semanalmente em municípios de todo o país e tem caráter informativo. Ela reflete o comportamento do mercado de varejo no período pesquisado, e não uma tabela fixa de preços. Por isso, o valor cobrado na bomba pode variar de posto para posto e ao longo da semana seguinte.
O que isso muda para quem abastece na cidade
Para o motorista de Várzea Paulista, a semana foi de estabilidade só na gasolina comum. Quem usa etanol ou diesel sentiu o repasse no bolso, e o botijão de gás de cozinha, item de consumo em praticamente todas as casas, também ficou mais caro, chegando a R$ 114,99 em média.
Uma forma de reduzir o impacto é comparar os valores entre os postos antes de encher o tanque. Como a pesquisa da ANP é municipal e mostra a média praticada no período, diferenças de alguns centavos por litro entre estabelecimentos da mesma cidade são comuns. Em um tanque de 50 litros, a diferença entre o preço médio da gasolina comum e o da aditivada, por exemplo, chega a R$ 11,50.
O levantamento também ajuda a acompanhar a tendência das próximas semanas. Quando o diesel sobe com força, como ocorreu agora, o custo do transporte de mercadorias tende a pressionar os preços de produtos nas prateleiras do comércio local nos dias seguintes.