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Socorro · Cidades

PM prende mulher com mandado por tráfico no Oratório, em Socorro

Ordem de prisão preventiva foi cumprida na tarde de sexta-feira, 16; mulher foi encaminhada ao Plantão Policial de Socorro.

Rua residencial de Socorro à tarde, com casas simples e sem pessoas; não representa o local exato da ocorrência.
Ilustração gerada por IA / Pulso Regional · Pulso Regional

Uma mulher que tinha um mandado de prisão preventiva em aberto foi presa na tarde de sexta-feira, 16 de outubro, no bairro do Oratório, em Socorro. A ação foi realizada por policiais militares do 34º Batalhão de Polícia Militar do Interior. A ordem judicial estava relacionada ao crime de tráfico de drogas, conforme as informações divulgadas sobre a ocorrência.

A equipe fazia patrulhamento ostensivo quando recebeu informações sobre onde poderia encontrar uma pessoa procurada pela Justiça. Com a indicação do endereço, os policiais foram até o local e encontraram a mulher. A prisão ocorreu depois da abordagem e da verificação de seus dados nos sistemas policiais.

Consulta confirmou a ordem de prisão

Durante a checagem da identidade, os agentes confirmaram que havia um mandado de prisão preventiva contra a abordada. O registro fazia referência ao artigo 33, caput, da Lei nº 11.343/2006, dispositivo relacionado ao tráfico de drogas. Foi essa ordem judicial que fundamentou a prisão relatada no bairro.

O relato disponível descreve o cumprimento de um mandado já existente. Não há informação sobre apreensão de entorpecentes durante a abordagem de sexta-feira. Por isso, o episódio não deve ser confundido com uma ocorrência de venda de drogas flagrada naquele momento ou com a descoberta de um novo ponto de comércio de substâncias ilícitas.

Mulher foi levada ao plantão de Socorro

Depois da confirmação do mandado, os policiais deram voz de prisão e conduziram a mulher ao Plantão Policial de Socorro. Ela permaneceu à disposição da Justiça. O encaminhamento ao plantão é o último desdobramento informado no relato da ocorrência, sem indicação de transferência posterior para outra unidade.

Não foram divulgados, no material consultado, o nome e a idade da mulher, o número do processo ou a identificação do juízo responsável pela ordem. Também não há detalhes sobre os fatos que deram origem ao mandado, nem manifestação da defesa. Essas lacunas impedem atribuir à presa outras condutas além da referência ao processo que motivou a medida.

Para os moradores de Socorro, o fato confirmado é a localização de uma pessoa procurada e o cumprimento da ordem judicial no Oratório. As informações disponíveis se limitam a essa ação e não apresentam balanço de outras prisões no bairro ou anúncio de uma operação mais ampla.